Avistamentos de astronautas

Os astronautas teriam tido

contactos próximos com OVNIs

durante as viagens espaciais?

O ufólogo Nick Redfern

analisa as missões da NASA em

busca de provas de um

encobrimento.

Em 1995, Gordon Cooper, um dos 1º astronautas que orbitaram a lua, compareceu diante um grupo de assessores da ONU presindindo pelo então secretario geral Kurt Waldheim, para fazer uma alarmante advertência: " Acredito que veículos extraterrestres e suas tripulações estão nos visitando vindos de outros planetas e que são tecnicamente mais avançados do que nós. Considero que necessitamos de um programa de alto nível para recolher e analisar a informação referente a qualquer tipo de contacto e para determinar melhor forma de relacionamento amistoso com esses visitantes. Cooper disse nessa declaração que tinham estado na periferia das grandes regiões onde eles costumam ir. Além do mais, em 1951, durante 2 dias tive a oportunidade de observar muitos objectos de diferentes tamanhos que voavam em formação a uma altura muito superior da que podiamos alcançar. Por tanto, um dos grandes pioneiros dos Estados Unidos, um homem que tinha alcançado o recorde de vôo mais longo no espaço, 34 horas, admitia diante de alguns dos homens mais poderosos do mundo, que tinha se encontrado com objectos extraterrestres. Mas será que essas alegações são verdadeiras?

Uma História de avistamentos

Desde a criação da NASA em 1958, muitos dos seus pilotos e astronautas declararam ter visto objectos voadores de origem extraterrestre. O 1º que comunicou um avistamento foi o piloto do avião de testes X-15, Joseph Walker. Segundo a declaração de Walker em uma entrevista dada em maio de 1962 nos mesesanteriores ele teria tido um encontro aéreo com 2 objectos em forma de discos que ele chegou a filmar. Em julho do mesmo ano, outro piloto do X-15, major Robert White, informou que tinha visto uma esquadrilha de OVNIs enquanto voava a 9.800m de altura. A NASA recusou-se a dar apoio aos seus pilotos e os filmes e fotografias que continham anormalidades nunca foram publicadas. Oficialmente foi estabelecido que os OVNIs tinham sido identificados como gelo. Porém, mesmo que a NASA negasse ter interesse nos OVNIs foi demosntrado que essa era uma postura falsa. Em 1995, o US Federal Bureau of Ivestigation ( FBI ) soube de uma fonte confidencial que um informante da NASA estava filtrando informação sobre OVNIs de forma clandestina. Os receptores eram 2 pessoas de Pittsburg que segundo o FBI, possuíam interesse pessoal nos OVNIs e teriam estabelecido um acordo com o funcionario da NASA. em um arquivo do FBI, do dia 2 de setembro de 1965, é dito que: " A fonte acredita que a informação pode ser classificada. Por exemplo, a fonte disse que [ censurado ] tinha visto um filme no qual aparecia um missíl separando-se de um OVNI. Antes do vôo do Gemini 4 [ censurado ] disse que via algo interessante porque a nave espacial tinha a bordo dispositivos para detectar OVNIs......"

Provas de um encobrimento

A documentação do FBI sobre esse caso expõe 2 pontos importantes, a referência a um filme que mostra um OVNI em vôo confirma que a NASA possui dados sobre os OVNIS que são ocultados ao público e, em segundo lugar, a citação à missão Gemini 4. James McDivitt, um dos seus pilotos, confirmou que durante a missão viu um tipo de objecto nãi identificado. Apesar de McDivitt não ter acreditado que o objecto fosse anômalo, ele não concorda com a teoria do céptico James Oberg, segundo a qual o objecto era simplesmente a segunda fase do fogete Titán, lançado pelo Gemini 4. Como o pesquisador afirma no seu livro de 1996, Beyond Top Secret, " se esse foi o caso, o único enigma que fica é a aparente falha de McDivitt em reconhecer o seu próprio foguete".

Os mistérios da lua

Depois das missões Gemini, a corrida espacial acelarou-se com o programa Apollo. Depois da promessa do presidente Kennedy de levar o homem à lua o interesse pelos mistérios do espaço cresceu e, em particular pela nova fronteira do homem: a lua. Assim, quando os astronautas da Apollo deram os seus 1º passos sobre a superfície da lua em 20 de julho de 1969, mesmo o mais obstinado dos cépticos teve que considerar que a possibilidade de vida fora da Terra ja era uma realidade. Apesar das declarações de que os astronautas não tinham visto nada de anormal, circulam rumores de que durante a sua estadia na lua a tripulação nunca esteve só. Em baixo segue uma conversação entre a tripulação da Apollo 11 e o controle da missão:

Apollo 11: O que diabos era aquilo? É o que quero saber. Essas coisas eram gigantes, senhor... Meu deus, o senhor não acredita.

NASA: O que...? Que diabos está acontecendo ?

Apollo 11: Estão aqui, sob a superfície.

NASA: O que há aí? Controle de missão chamando Apollo 11

Apollo 11: Estamos aqui, os três. Porém encontramos visitantes... Pelas instalações, parece que estão aqui há muito tempo... Digo que do lado de fora existem máquinas espaciais. Estão alinhadas em fileiras do outro lado da cratera...

Contudo, as provas desse encontro na lua são muio fracas. Otto Binder, ex-funcionario da NASA, disse que essa conversação foi escutada casualmente por rádios amadores que podem captar um canal reservado para estas mensagens. Contudo Neil Armstrong, o 1º homem que pisou a lua, informou ao pesquisador Timothy Good que não se registrou, encontro ou se viu qualquer objecto que não fosse natural durante a missão Apollo 11 ou em outro vôo Apollo. A única corroboração desse episódio foi obtida de Maurice Chatelain, perito em comunicações da NASA. Em uma entrevista dada em 1979, Chatelain confirmou que um atraso na transmissão do diálogo entre o centro de controle e a Apollo 11 permitiu que a NASA censura-se a informação referente aos visitantes.

Falta de provas

Contudo, não há como comprovar que ocorreu esse incidente na missão Apollo11. Muitos pesquisadores duvidam das afirmações de Binder e Chatelain e a NASA, nega ter censurado as transmissões. No entanto, um caso semelhante referente ao Discovery não só deu origem ao Watergate cósmico em 1990, como também dinfundiu as declarações de astronautas sobre encontros com extraterrestres. Por volta das 6:30h do dia 14 de março de 1990, donald Ratsch, um rádioa amador de Baltimore, Maryland, seguia as transmissões do Discovery quando ouviu a seguinte comunicação: "Houston, aqui é a Discovery, temos um problema. Temos incêndio". Pouco depois disse Ratsch, ouviu-se uma transmissão adicional: "Houston, aqui é a Discovery. ainda temos a nave em observação." Essa revelação estimulou muitoas pessoas entre elas Bob Oeschler, um ex-especialista em missões da NASA, a fazerem as suas proprias investigações de pesquisa, Oeschler chegou á conclusão de que a mensagem não fora transmitida da nave. Sugeriu que o sinal poderia proceder de uma região nos arredores de Fort Meade em Maryland, a sede da Agência de Segurança Nacional dos EUA, que está há muito tempo envolvida na investigação de relatos sobre OVNIs. Oeschler só conseguiu chegar á conclusão de que a transmissão seria uma fraude realizada pelas instituições para algum objectivo secreto da inteligência.

O duplo bluf da NASA

Entretanto, uma fonte da NASA informou a Oeschler que a nave passou por um incidente com um OVNI na mesma hora da transmissão. Oeschler informa que o encontro durou 8 horas e causou problemas nos sistemas elétricos da nave Discovery. Como era de se esperar, as perguntas não tiveram respostas e o caso continua sob investigação.è possivel que os ufólogos não estarão satisfeitos até que a NASA admita oficialmente que os seus astronautas encontraram-se com OVNIs. Porém, depois de 30 anos de sigilo absoluto sobre OVNIs a agência espacial não devera fazer um anúcio como esse tão cedo.

Fotografias de OVNIs da NASA

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