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SELEÇÃO BRASILEIRA
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LUXEMBURGO QUER FORÇA MÁXIMA NA COPA AMÉRICA Apesar de manter o discurso de usar este ano para experiências na seleção brasileira, o técnico Wanderley Luxemburgo deu a entender que vai entrar com força total na Copa América, que começa em 29 de junho, no Paraguai. Logo após desembarcar em São Paulo, vindo da excursão à Ásia, onde o Brasil perdeu para a Coréia (1 a 0), mas venceu o Japão (2 a 0), o treinador avisou que, na Copa América, quer chamar "jogadores que não precisam ser testados", como o atacante Romário e os zagueiros Mauro Galvão e Aldair. Amistosos servem para jogadores como o Odvan e o Felipe, que precisam ganhar experiência com a camisa do Brasil", explicou. "Eles precisam ser cobrados, sentir o desconforto de uma derrota como a que sofremos para a Coréia... Faz parte do futebol." Mas, na Copa América, a idéia é "entrar para ganhar". O nome de Romário, "tarimbado com a camisa do Brasil", é praticamente certo. "Nunca o descartei." Ronaldinho, por sua vez, deve ser chamado para o amistoso do dia 28, contra o Barcelona. Segundo Luxemburgo, foi mantido um contato com o atacante antes da excursão à Ásia, para que ele enfrentasse Coréia do Sul e Japão. Como voltou a apresentar problemas nos joelhos, seu retorno para a seleção ficou adiado para o jogo contra o time espanhol. "Passado o amistoso do dia 7 (contra a seleção sub-23 dos Estados Unidos, em Brasília), voltaremos a falar com ele." Para a partida contra os norte-americanos, os principais destaques da seleção sub-23 do Brasil, que viaja para Brasília na segunda-feira, serão o meia-atacante Denílson e o atacante Fábio Júnior. "É um jogo importante, porque vamos começar a trabalhar numa segunda frente, com vistas ao Pré-Olímpico, que acontece em janeiro", disse o técnico. CANSAÇO, FRIO E FUSO HORÁRIO DERROTARAM O BRASIL, DIZ LUXEMBURGO Cansaço, diferença de 12 horas de fuso horário e frio. Essas foram, para o técnico Wanderley Luxemburgo, as causas da derrota de 1 a 0 para a Coréia do Sul, domingo passado, no Estádio Olímpico de Seul. No entanto, ele considera que a excursão, na qual o Brasil ainda derrotou o Japão por 2 a 0, foi proveitosa e uma importante experiência. Foi ótimo para os jogadores. Eles passaram por dificuldades que com certeza serão importantes como experiência para o futuro. Não foi fácil. O ideal seria termos 12 dias para a preparação. Sem a adaptação ao fuso horário, nós sentimos muito cansaço. O frio também foi intenso. A certa altura, Felipe me disse que estava com o pé duro e não conseguia mexê-lo. Além do mais, a Coréia não é nenhum timinho. Tem tradição na Ásia. Disputou cinco Copas do Mundo e possui a melhor performance dos asiáticos" Wanderlei garante que as dificuldades são comuns às equipes que têm pouco tempo para se preparar. Ele deu o exemplo da Argentina. "Os argentinos treinaram durante dez dias para enfrentar a Holanda e não conseguiram nada além do empate", lembrou. O técnico, porém, afirmou que procurou motivar os jogadores para a partida contra o Japão, ressaltando que a Seleção Brasileira não poderia perder dois jogos consecutivos para asiáticos. "Achei que o rendimento contra o Japão já foi melhor. O mais importante nesta excursão foi a experiência que os jogadores ganharam".
O técnico Wanderley Luxemburgo anunciou, em entrevista coletiva realizada no salão Elysée do Hotel Meridién, o calendário oficial da Seleção Brasileira para esta temporada. O primeiro jogo do Brasil será no dia 28 de março, contra a Coréia, em Seul. Depois, no dia 31, joga amistoso contra o Japão, em Tóquio. No dia 28 de abril, a Seleção Brasileira enfrenta o Barcelona, na Espanha, em comemoração ao centenário do clube espanhol. No dia 30 de abril, o jogo será contra a Tunísia, em Tunis. A primeira partida contra a Holanda após a semifinal da Copa da França foi confirmada para Salvador, na Bahia, no dia 5 ou 6 de junho. Em seguida, antes da Copa América, em julho, será disputado outro amistoso, no dia 27 de junho, em Foz do Iguaçu, sem adversário conhecido. No Segundo semestre, o Brasil joga novamente contra a Holanda, no dia de 9 outubro, em Amsterdã. Em novembro, fará dois amistosos contra a Austrália um em Sidney, no dia 14, e outro em Melbourne, no dia 17. Poderá haver outro amistoso, ainda não confirmado, no dia 21 de novembro, contra a Nova Zelândia.
Confira o ranking oficial da Fifa divulgado dia 27 de janeiro de 1999. 1 - Brasil - 829 pontos 2 - França - 787 3 - Croácia - 745 4 - Itália - 745 5 - Alemanha - 742 6 - Argentina - 733 7 - República Tcheca - 726 8 - Holanda - 720 9 - Espanha - 703 10 - Romênia - 698 11 - Inglaterra - 697 12 - México - 690 13 - Noruega - 678 14 - Suécia - 652 15 - Dinamarca - 648 16 - Iugoslávia - 643 17 - Portugal - 636 18 - Áustria - 633 19 - Marrocos - 632 20 - Chile - 616
Melhor jogador do mundo em 1998: 1. Zinedine Zidane (França) 2. Ronaldo (Brasil) 3. Davor Suker (Croacia) Melhor seleção em 98: BrasilSeleção revelação em 98: CroáciaSeleção "fair-play": EUA, Irã, Irlanda do NorteBola de Ouro Adidas: Ronaldo (Brasil)Bola de Prata : Davor Suker (Croácia)Bola de Bronze : Lilian Thuram (França)Melhor goleiro do Mundial-98: Fabien Barthez (França)Seleção "fair-play" do Mundial-98: França e InglaterraMelhor seleção do Mundial-98: FrançaGol mais rápido do Mundial-98: Celso Ayala (Paraguay)Entraram para o "Hall dos Campeões da Fifa em 98: Jack Taylor: (árbitro da final da Copa do Mundo 1974) Bill Shankly: treinador do Liverpool (póstumo) João Havelange: ex-presidente da Fifa Jacques Ferran : jornalista Fernand Sastre : organizador do Mundial 98 (póstumo) A Clube Ajax de Amsterdã A seleção da Alemanha Ex-jogadores: Just Fontaine (França) Gerd Muller (Alemanha) Garrincha (Brasil - póstumo) Bobby Moore (Inglaterra - póstumo) Dino Zoff (Itália)
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